Pensar nos quadros teóricos interpretativos da governação dos Sistemas Educativos, é pensar acerca da (des)governação dos sistemas educativos. Neste sentido, Barroso, J. (2005), apresenta-nos questões relacionadas com a regulação (escola e sistemas regulados pelo estado) da Educação e cruzando este sentido de regulação com a "Bíblia do Cidadão Português", ou seja, a Constituição da República Portuguesa, destacamos a questão de que o estado não pode nem deve regular a Educação sob qualquer forma, mas aqui receamos uma Educação sem partido e sabemos que partido é parte. Neste sentido, a Constituição da República Portuguesa é clara:
“O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas.”
Questão para reflexão: Quais as razões para continuarmos com a disciplina de Educação Moral e Religiosa nas nossas escolas?
Vejamos um recurso de aprendizagem para reflexão.
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